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Juntô Brasil

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Mental Health Care

Iniciativa Brasileira de Saúde Mental de Crianças e Adolescentes

About us

O Juntô - Iniciativa Brasileira de Saúde Mental de Crianças e Adolescentes é uma iniciativa lançada pelo Global Center da Stavros Niarchos Foundation (SNF) para Saúde Mental de Crianças e Adolescentes no Child Mind Institute. O objetivo do Juntô é fortalecer a saúde mental de crianças e adolescentes brasileiros por meio de abordagens baseadas em evidências científicas. Promovemos e apoiamos soluções inovadoras e escaláveis que sejam sensíveis ao contexto e à cultura locais, desempenhando um papel fundamental no avanço da prevenção, avaliação e tratamento dos desafios de saúde mental. Estimulamos a colaboração com especialistas locais para ampliar o acesso a serviços eficazes e recursos públicos gratuitos, além de aprimorar a formação de profissionais e de pessoas que atuam diretamente com nosso público-alvo. O projeto é desenvolvido e implementado em parceria com especialistas locais, universidades e organizações comunitárias, com apoio da Stavros Niarchos Foundation (SNF) como parte da sua Global Health Initiative (GHI).

Website
https://juntobrasil.org/
Industry
Mental Health Care
Company size
1 employee

Updates

  • Dificuldade de concentração, excesso de estímulos, ansiedade, cansaço, pressão, rotina acelerada… às vezes tudo isso se mistura e pode ser difícil entender o que está acontecendo com adolescentes e jovens. 💭 Em meio a tantas informações circulando nas redes sociais, nem sempre é simples encontrar conteúdos confiáveis sobre saúde mental, comportamento e atenção. Por isso, os Guias de Bolso do Juntô foram criados para ajudar famílias, cuidadores, educadores e adolescentes a acessarem informações seguras, acessíveis e baseadas em evidências. Os materiais reunem estratégias para o dia a dia, conteúdos sobre saúde mental e caminhos de apoio e cuidado — sempre com linguagem clara, sem alarmismo e sem julgamentos. Acesse juntobrasil.org ou o link na bio.

  • Será que as escolas estão falhando com os alunos neurodivergentes? 🤔 Neste sábado (16), às 15h, o psiquiatra e pesquisador Luis Rohde, supervisor científico do Juntô, participa do Festival LED 2026 para responder essa questão em uma conversa sobre um dos temas mais urgentes da educação atual: o acolhimento de estudantes neurodivergentes nas escolas e universidades. Dr. Rohde apresenta a palestra “Neurodivergência na escola: estamos realmente preparados para acolher?”, que propõe uma discussão sobre os limites dos modelos tradicionais de ensino e os caminhos possíveis para construir ambientes de aprendizagem mais diversos, acessíveis e preparados para diferentes formas de pensar, aprender e se relacionar com o mundo. O Festival LED se consolidou como o maior festival de educação gratuito do Brasil, e a edição deste ano acontecerá nos dias 15 e 16 de maio no Píer Mauá, no Rio de Janeiro. Transmitido ao vivo e gratuitamente pelo Canal Futura e Globoplay, o evento reúne pesquisadores, educadores, estudantes, artistas e organizações para debater inovação, acesso, desigualdade e o futuro da educação no Brasil. 💡 “Neurodivergência na escola: estamos realmente preparados para acolher?” com o supervisor científico do Juntô, Dr. Luis Augusto Rohde  📍 16 de maio, de 15h às 15h30  📌 Festival LED 2026 – Palco LED Inova | Galpão 1A  🎥 Com transmissão online no Canal Futura e Globoplay Para saber mais, acesse a programação: https://lnkd.in/dhVxk2aR.

  • É natural que pais e cuidadores convivam diariamente com dúvidas sobre saúde mental na infância e adolescência. Mudanças de comportamento, sofrimento emocional, dificuldades escolares, isolamento, irritabilidade ou sinais que parecem difíceis de entender. E, mesmo quando existe preocupação, encontrar informação confiável nem sempre é simples. Entre conteúdos alarmistas, excesso de termos técnicos e desinformação nas redes, muitas famílias acabam tentando lidar sozinhas com situações complexas.  O acesso à informação clara e responsável também faz parte do cuidado em saúde mental.  Por isso, os Guias de Bolso para Cuidadores foram desenvolvidos para reunir conteúdos acessíveis sobre diferentes dificuldades emocionais, comportamentais e do desenvolvimento em crianças e adolescentes, ajudando famílias e cuidadores a compreender melhor alguns sinais e possibilidades de apoio. Neste Dia Internacional das Famílias, reforçamos a importância de ampliar o acesso ao conhecimento, ao acolhimento e ao suporte para quem cuida. 💛 Saiba mais em: https://lnkd.in/dHXFkV-s.

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  • Mudanças emocionais em crianças e adolescentes podem aparecer de muitas formas: irritabilidade, isolamento, cansaço constante, perda de interesse por atividades que antes gostavam ou dificuldades nas relações do dia a dia. Nem sempre é fácil entender o que está acontecendo — tanto para quem sente quanto para quem cuida. Por isso, informação acessível e confiável faz diferença. Os Guias de Bolso do Juntô foram desenvolvidos para ajudar pais e cuidadores a reconhecer sinais emocionais e incentivar conversas mais abertas sobre saúde mental. Acesse o guia: https://lnkd.in/dczDnNkM.

  • Muitos meninos crescem ouvindo que precisam ser fortes, corajosos e “sem frescura”. Como resultado, o medo excessivo pode não ser nomeado dessa forma. Em vez disso, aparece como irritação, afastamento, respostas atravessadas ou recusa em participar de certas situações. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar – PeNSE 2024 ajudam a dimensionar esse cenário: 38% dos meninos entrevistados disseram que se sentem muito preocupados com coisas comuns do dia a dia na maior parte do tempo ou sempre. A pesquisa, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística em parceria com o Ministério da Saúde, ouviu mais de 118 mil adolescentes em todo o Brasil, com uma amostra representativa da população escolar de 13 a 17 anos. Para pais e cuidadores, esse dado é um alerta importante: o que parece comportamento “exagerado” pode, na verdade, ser uma forma de lidar com emoções que não encontram espaço para serem expressadas. Medos muito intensos — como de altura, escuro, animais ou situações específicas — podem levar o adolescente a evitar experiências importantes, impactando sua autonomia, vínculos e bem-estar. É fundamental criar espaço para:  • Escutar sem julgamento.  • Validar o que o adolescente sente.  • Ajudar a nomear emoções.  • Apoiar enfrentamentos graduais, sem pressão. Confiança, sensibilidade e escuta também são partes essenciais do desenvolvimento dos meninos. Cuidar da saúde mental passa, antes de tudo, por permitir que eles não precisem enfrentar tudo sozinhos. O guia de bolso do Juntô Brasil sobre medo excessivo pode apoiar famílias e cuidadores nesse processo. Acesse o link e saiba mais: https://lnkd.in/dR99aiTj.

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  • Dificuldades com os sons da fala na infância nem sempre aparecem de forma óbvia dentro da escola. Muitas vezes, o que parece desinteresse, retraimento ou baixa participação pode estar relacionado ao medo de falar e não ser compreendido. Algumas crianças evitam ler em voz alta, participam menos das aulas ou se isolam socialmente para não expor uma dificuldade que já impacta sua autoestima. Sinais como:  ▪️ Fala pouco clara  ▪️Alterações no tom de voz  ▪️Dificuldade para produzir determinados sons  ▪️Esforço visível para se comunicar Podem ser percebidos no ambiente escolar antes mesmo de serem identificados em outros contextos. Para educadores, reconhecer esses sinais é importante porque a comunicação também influencia aprendizagem, vínculo e pertencimento. 🫂 Quando a escola responde com escuta, sensibilidade e acolhimento — em vez de correção constante ou exposição — ela ajuda a proteger não apenas o desenvolvimento da linguagem, mas também a saúde emocional da criança ouadolescente. O guia de bolso do Juntô Brasil para educadores sobre dificuldades com os sons da fala pode ser um recurso importante para ampliar esse olhar dentro da comunidade escolar. Leia o guia: https://lnkd.in/dEN8k53z.

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  • Nem sempre a preocupação com a imagem corporal aparece de forma clara dentro de casa. Muitas vezes, ela surge em mudanças pequenas no dia a dia que podem passar despercebidas. Na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE 2024), que ouviu mais de 118 mil estudantes brasileiros entre 13 e 17 anos, 42% dos adolescentes não se declararam satisfeitos com a própria imagem corporal. Isso significa que quase 4 em cada 10 jovens entrevistados convivem com algum grau de insatisfação com o próprio corpo. Os sinais, muitas vezes, podem indicar sofrimento emocional e queda da autoestima. Mais do que minimizar, o mais importante é observar, escutar e abrir espaço para conversas sem julgamento. 💛 No nosso guia de bolso, reunimos sinais de atenção e orientações para apoiar jovens que estão enfrentando dificuldades com a própria imagem corporal. Acesse o link https://lnkd.in/dy7hSUVe e saiba mais. 

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  • Por meio do Jovens Líderes Pela Paz, os alunos Gilmar Junior e Maria Eduarda estão mostrando como a liderança entre pares pode fortalecer a saúde mental dentro das escolas públicas no Brasil. Após participarem do treinamento desenvolvido pelo Centro Global de Saúde Mental Infantil e do Adolescente da SNF no Child Mind Institute, eles retornaram à sua escola com uma ideia simples, porém poderosa: o apoio à saúde mental não deve existir apenas em conversas, ele deve ser incorporado ao cotidiano escolar. Juntos, eles ajudaram a criar iniciativas que transformaram espaços compartilhados em oportunidades para o bem-estar: 🏐 Um clube esportivo que se tornou um espaço seguro para conexão 🎭 Um grupo de teatro onde os alunos encontraram confiança e expressão 📌 Um mural de oportunidades que incentivou a esperança e o planejamento para o futuro 🤝 Ações comunitárias que lembraram aos alunos que cuidar dos outros também nos fortalece A experiência deles nos lembra que promover a saúde mental nas escolas nem sempre começa com grandes sistemas. Às vezes, começa quando os jovens recebem as ferramentas, a confiança e o espaço para cuidar uns dos outros. Quando os alunos são empoderados, eles fazem mais do que participar da mudança, eles ajudam a criá-la! 💪 Leia o texto completo: https://lnkd.in/du36pcB9

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  • Para muitos povos indígenas no Brasil, saúde não é apenas uma questão individual. Ela está profundamente conectada ao território, à cultura, à espiritualidade e às relações coletivas.    O território, por exemplo, não é apenas um espaço físico, é onde estão a memória, os vínculos, os saberes e as formas de viver. Quando esse território é ameaçado, não é só a terra que está em risco, é também o bem-estar, a identidade e o sentido de pertencimento.    Nesse contexto, pensar saúde mental exige ir além de modelos tradicionais. Significa reconhecer que existem diferentes formas de cuidado:    ▪️O vínculo com a natureza  ▪️Os saberes ancestrais  ▪️Os rituais e práticas coletivas  ▪️ O apoio da comunidade    Essas formas de cuidado ampliam o que entendemos por saúde.    No texto “Para que as escolas se tornem espaços de cura e pertencimento”, Carlos Ramos, membro do Juntô Jovem, reivindica um ambiente antirracista e de respeito às culturas tradicionais, para que a saúde mental dos estudantes se torne uma realidade. Ele destaca que as escolas também podem ser espaços fundamentais nesse processo. Mais do que ensinar conteúdos, elas podem se tornar territórios de cuidado, escuta e pertencimento, especialmente para jovens que muitas vezes não se sentem reconhecidos em seus contextos.    Promover saúde mental também é reconhecer a diversidade de formas de viver, sentir e cuidar! 🩵   Leia o texto completo: https://lnkd.in/dJJdUYgF  

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    No Dia Nacional do Livro Infantil, reforçamos a importância da leitura no desenvolvimento de crianças e adolescentes.    Para educadores e cuidadores, esse também é um momento de atenção: nem sempre a dificuldade de leitura é evidente e ela pode se manifestar de formas sutis no dia a dia.    Vale observar, por exemplo, quando uma criança ou adolescente:    ▪️ Evita ler em voz alta  ▪️Demonstra cansaço ou frustração frequente ao ler  ▪️Apresenta dificuldade para compreender textos simples  ▪️Lê de forma muito mais lenta do que os colegas  ▪️Tem dificuldade para escrever, copiar ou organizar ideias    Fora do contexto escolar, esses sinais também podem aparecer:    ▪️Dificuldade para seguir instruções com várias etapas  ▪️Dificuldade para aprender regras de jogos  ▪️Confusão com símbolos, sinais ou até horários    Muitas vezes, esses comportamentos são interpretados como desinteresse ou falta de atenção, mas podem indicar que há uma dificuldade no processo de leitura e que ele(a) precisa de suporte.    Aprender a ler é um processo gradual e, quando há barreiras, o impacto pode atingir não só a aprendizagem, mas também a autoestima e o bem-estar.    Um olhar atento, sem julgamento, é fundamental para reconhecer esses sinais e agir de forma acolhedora.    Para apoiar educadores e cuidadores nesse processo, o Juntô desenvolveu um guia de bolso com orientações práticas sobre o que observar e como ajudar. Acesse: https://lnkd.in/dV82fz48

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