📚O novo Plano Nacional de Educação (PNE) coloca a Educação Infantil no centro das metas para os próximos 10 anos. Entre os principais objetivos estão a ampliação do acesso às creches, a universalização da pré-escola e o fortalecimento da qualidade pedagógica nas unidades educativas. Para a pesquisadora da Fundação Carlos Chagas, Cláudia Pimenta, garantir o acesso também é garantir qualidade: “quantidade também é qualidade”. O plano reforça a importância da colaboração entre governos, investimento em infraestrutura, formação continuada de profissionais e valorização das especificidades de crianças indígenas, quilombolas e com deficiência. A avaliação da Educação Infantil também ganha destaque, com foco não apenas em indicadores externos, mas na observação das interações, brincadeiras e práticas cotidianas dentro das instituições. Quer saber mais? Leia a matéria completa em nosso site: https://lnkd.in/ddfnEzNc
Publicação de Fundação Carlos Chagas
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Uma oportunidade potente para quem está pensando currículo com seriedade na educação infantil. A Coalizão pela Pré-Escola composta pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal e outras instituições está com chamada aberta para a Sistematização de Currículos de Alta Qualidade na Educação Infantil. A iniciativa busca mapear, analisar e dar visibilidade a currículos que, de fato, colocam a criança no centro, articulando intencionalidade pedagógica, desenvolvimento integral e práticas coerentes com a Base Nacional Comum Curricular. Mais do que reconhecer boas experiências, a proposta ajuda a construir referência para redes e escolas que querem avançar com qualidade, equidade e consistência pedagógica desde o início da trajetória escolar. Se você atua em rede, escola ou pesquisa na área, vale olhar com atenção. Vou deixar o link nos comentários para quem quiser se inscrever ou conhecer melhor a proposta. #EducaçãoInfantil #Currículo #PolíticaPública #Equidade #PrimeiraInfância #BNCC
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Você frequentou a Pré-Escola? Se a resposta for sim, você acessou um direito que ainda é negado a 316.880 crianças no Brasil. ⚠️ Um novo indicador de atendimento escolar em nível municipal mostra que, embora a Pré-Escola seja uma etapa obrigatória da educação básica há mais de dez anos, 16% dos municípios brasileiros (876 cidades) ainda não chegam nem a 90% de matrículas nessa faixa etária. ⁉️ Por que isso importa? Evidências demonstram que acesso à educação de qualidade na Primeira Infância gera impactos positivos por toda a vida. No entanto, a qualidade exige infraestrutura adequada, formação de professoras e professores e gestão escolar eficiente. O cenário da infraestrutura traz um alerta: apenas 17% das unidades de Educação Infantil do país possuem itens básicos como água, energia, saneamento e acessibilidade. Entender essa realidade é um passo essencial para o desenho de políticas públicas que garantam o desenvolvimento integral e a aprendizagem para todas as crianças. Por isso, nos unimos ao Iede (Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional), Inter-American Development Bank de Desenvolvimento, Fundação Itaú, VélezReyes+ e Van Leer Foundation para lançar uma plataforma dedicada à Educação Infantil no QEdu. Além do novo indicador, no QEdu agora é possível explorar dados sobre infraestrutura, lotação das turmas e percepção de professores e diretores sobre a qualidade da Educação Infantil. A iniciativa também agrega estudos sobre a importância da Pré-Escola e reflexões sobre o que é essa qualidade da etapa. 🎯 Explore a plataforma completa aqui: https://lnkd.in/dBQBEnwK 🔎 Consulte os indicadores específicos da sua cidade: https://lnkd.in/dxEyHVxV 🌍 Confira dados de Educação Infantil em outros países: https://lnkd.in/dhW4eAtZ #EducaçãoInfantil #PolíticasPúblicas #Dados #PrimeiraInfância #Creche #PreEscola
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Para grande parte dos adolescentes, a escola pública vai muito além do currículo, ela é a principal rede de apoio e o espaço central para o seu desenvolvimento. O desafio da educação brasileira é que ainda formamos jovens escolarizados sem garantir o aprendizado consistente. Quando os dados do Saeb 2023 mostram que 81% dos alunos do 9º ano não conseguem localizar a informação principal em uma reportagem, fica evidente a urgência de corrigir essa rota. E isso passa por construir uma escola conectada com a realidade das adolescências e que amplie a jornada do estudante com tempo integral e intencionalidade. O desenvolvimento integral não é um conceito teórico. Ele depende de implementação responsável. No dia a dia com as secretarias parceiras da Motriz, vejo que expandir o tempo de aula é, essencialmente, um desafio de execução. Precisamos formar os educadores, fortalecer a gestão escolar e criar rotinas viáveis. Uma política pública ganha escala e sustentabilidade quando quem está dentro da escola se reconhece nela e tem as condições sistêmicas para trabalhar. Como a sua rede tem traduzido a expansão do tempo escolar em desenvolvimento intencional para os adolescentes? #EducaçãoIntegral #EscolaDasAdolescências #PolíticasPúblicas
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O que ainda não sabemos sobre a Educação Infantil no Brasil — e como isso impacta decisões nas políticas públicas de educação? 📊 Informações essenciais sobre acesso, qualidade e equidade ainda não estão disponíveis de forma organizada e acessível. Sem essa visão, os municípios, os estados e a União perdem eficácia na melhoria das políticas públicas de Educação Infantil. 🎯 Para enfrentar esse desafio, em parceria com o Iede (Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional) nos unimos ao Inter-American Development Bank (Banco Interamericano de Desenvolvimento), à Fundação Itaú, à VélezReyes+ e à Van Leer Foundation para reunir e disponibilizar dados sobre creches e Pré-Escolas no QEdu, um dos maiores portais de dados educacionais abertos do Brasil. Além de dados sobre acesso, qualidade e equidade, a iniciativa traz um novo indicador de atendimento na etapa nos níveis municipal, estadual e nacional e oferece dados internacionais, permitindo comparação com outros países. Quer entender como esses dados podem apoiar decisões mais efetivas na educação infantil? Acompanhe em primeira mão o lançamento da plataforma! 📅 29 de abril 🕙 Das 10h às 12h 📺 Transmissão ao vivo no YouTube: https://lnkd.in/d6DpkYdC 🔔 (Ative o lembrete para não perder) 👉 Conhece alguém que trabalha com educação infantil ou políticas públicas? Compartilhe com essa pessoa ou marque-a aqui nos comentários. #EducaçãoInfantil #PolíticasPúblicas #Dados
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Super importante, pra não falar essencial! O novo dado de atendimento nos ajuda a olhar para a nova meta imposta pelo novo PNE (2026-2036) de atender 60% de bebês! #educacaoinfantildequalidadecomequidade
O que ainda não sabemos sobre a Educação Infantil no Brasil — e como isso impacta decisões nas políticas públicas de educação? 📊 Informações essenciais sobre acesso, qualidade e equidade ainda não estão disponíveis de forma organizada e acessível. Sem essa visão, os municípios, os estados e a União perdem eficácia na melhoria das políticas públicas de Educação Infantil. 🎯 Para enfrentar esse desafio, em parceria com o Iede (Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional) nos unimos ao Inter-American Development Bank (Banco Interamericano de Desenvolvimento), à Fundação Itaú, à VélezReyes+ e à Van Leer Foundation para reunir e disponibilizar dados sobre creches e Pré-Escolas no QEdu, um dos maiores portais de dados educacionais abertos do Brasil. Além de dados sobre acesso, qualidade e equidade, a iniciativa traz um novo indicador de atendimento na etapa nos níveis municipal, estadual e nacional e oferece dados internacionais, permitindo comparação com outros países. Quer entender como esses dados podem apoiar decisões mais efetivas na educação infantil? Acompanhe em primeira mão o lançamento da plataforma! 📅 29 de abril 🕙 Das 10h às 12h 📺 Transmissão ao vivo no YouTube: https://lnkd.in/d6DpkYdC 🔔 (Ative o lembrete para não perder) 👉 Conhece alguém que trabalha com educação infantil ou políticas públicas? Compartilhe com essa pessoa ou marque-a aqui nos comentários. #EducaçãoInfantil #PolíticasPúblicas #Dados
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Educação Infantil de 0 a 3 anos. Em 2017, enquanto atuava como Chefe de Divisão da Educação Infantil no município de Cabreúva/SP, liderei a implementação de uma política pública com um desafio claro: ampliar o acesso à creche (0 a 3 anos) diante de uma demanda reprimida significativa. A estratégia adotada envolveu a reorganização do atendimento do Maternal II, com a transição de parte das matrículas de período integral para parcial, a partir de uma análise criteriosa da capacidade da rede e da lista de espera. · Mais do que uma decisão administrativa, o processo foi construído com escuta, transparência e participação: Articulação e aprovação pelo Conselho Municipal de Educação; · Diálogo com gestores das unidades escolares; · Reuniões com famílias impactadas, garantindo clareza e compreensão da proposta. Resultado: redução de aproximadamente 70% da lista de espera e ampliação significativa do número de crianças atendidas. Essa experiência reforça que a gestão pública educacional exige decisões baseadas em dados, responsabilidade social e, principalmente, diálogo com a comunidade. Seguimos aprendendo que políticas públicas eficazes não se constroem sozinhas — elas são fruto de planejamento, coragem e compromisso com o direito à educação desde a primeira infância. #EducaçãoInfantil #PolíticasPúblicas #GestãoEducacional #PrimeiraInfância #EducaçãoPública #LiderançaEducacional
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Recentemente, a discussão sobre o retorno das escolas especiais ganhou força nas redes sociais. Como educadores e sociedade, precisamos olhar para esse tema com profundidade, indo além do "sim" ou "não". Gostaria de propor dois pontos fundamentais para nossa reflexão: 1. Equilíbrio: As escolas especiais desempenham um papel de extrema relevância no suporte a muitos alunos, mas é um equívoco acreditar que, sozinhas, elas são a solução para todos os desafios da educação inclusiva. 2. A lacuna da "atípicos não elegíveis": Mesmo com a existência dessas instituições, enfrentamos a dura realidade de alunos atípicos que não se enquadram nos critérios de elegibilidade das escolas especiais. E quem fica no "meio do caminho"? Refiro-me a alunos com TDAH, TAG, TOD, Autistas de nível 1 e pessoas com transtornos de aprendizagem (como a dislexia e a discalculia). Para esses estudantes, o suporte precisa acontecer dentro da escola regular. Para que a inclusão seja efetiva em qualquer cenário, ainda se faz necessário oferecer um arcabouço teórico e prático completo para toda a equipe educacional. Sem preparo técnico e acolhimento prático, a estrutura (especial ou regular) torna-se insuficiente. A inclusão não se faz apenas com paredes, mas com conhecimento e estratégia. Na sua visão, qual o maior desafio para capacitarmos nossas equipes escolares hoje?
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Publicação, lançada pelo Cenpec e pelo Instituto Phi, reúne evidências e práticas para fortalecer a gestão escolar em uma das etapas que mais sofrem com as desigualdades educacionais. https://lnkd.in/dd7iyX8R
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⚠️ A inclusão escolar entrou em uma nova fase no Brasil. O Decreto nº 12.773/2025 reforçou a necessidade de formação específica para os profissionais de apoio escolar, ampliando a responsabilidade das instituições de ensino e valorizando quem atua diretamente na inclusão. Agora, mais do que nunca, escolas precisarão de profissionais preparados para atuar com: ✅ TEA ✅ Deficiência intelectual ✅ Baixa visão e cegueira ✅ Surdez ✅ Rotina escolar inclusiva ✅ Apoio à autonomia do estudante A inclusão não pode mais ser baseada no improviso. Ela exige preparo, sensibilidade e formação prática. A Link Educacional desenvolveu uma formação completa de 180h alinhada às novas diretrizes da educação inclusiva. 📚 Formação Profissional de Apoio Escolar 🎯 100% online 📜 Certificação 🚀 Formação prática para atuação real nas escolas Saiba mais: https://lnkd.in/d7Pu7gzy #InclusãoEscolar #EducaçãoInclusiva #ProfissionalDeApoio #TEA #AEE #PEI #EducaçãoEspecial #LinkEducacional #Inclusão #Autismo #EscolaInclusiva
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Porto Alegre avança na estruturação de uma rede mais integrada para a educação inclusiva. Com a ampliação dos CAMEs, o município consolida um modelo que articula avaliação educacional multidisciplinar e acompanhamento contínuo dos estudantes. Nesse contexto, a PAMI atua como base de integração, organizando informações sobre atendimentos, intervenções, histórico escolar e acompanhamento familiar em um único ambiente. Essa centralização permite maior rastreabilidade dos processos, qualifica a comunicação entre equipes técnicas e escolas e fortalece a tomada de decisão com base em registros e evidências. Ao conectar o que acontece na escola com as avaliações realizadas nos CAMEs, o município amplia a capacidade de construir orientações mais consistentes para professores, equipes e famílias. Na prática, trata-se de estruturar um fluxo contínuo de informação e atuação, garantindo que cada etapa do acompanhamento contribua para intervenções mais alinhadas às necessidades dos estudantes.
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