Mulheres são maioria na pós-graduação brasileira: 57% dos títulos de mestrado e doutorado no país pertencem a elas. Mas, quando o assunto é ocupar espaços de liderança na ciência e na academia, a desigualdade ainda persiste. 📚 O chamado “efeito tesoura” mostra que, embora muitas mulheres concluam o doutorado, menos conseguem se tornar professoras e pesquisadoras permanentes. Nas áreas de STEM — ciência, tecnologia, engenharia e matemática — a disparidade é ainda maior: em engenharia, apenas 23% do corpo docente é feminino. Políticas públicas de incentivo, ampliação de bolsas e ações afirmativas têm buscado mudar esse cenário. Pesquisas como a realizada pela Fundação Carlos Chagas também reforçam a importância de iniciativas voltadas à equidade de gênero e ao fortalecimento da participação feminina nas ciências exatas e tecnológicas. Promover a presença de meninas e mulheres na ciência é investir em uma produção de conhecimento mais diversa, democrática e inclusiva. ✨ Quer saber mais? Leia a matéria completa em nosso site: https://lnkd.in/ex854nbX